29 de Março de 2010: 18h00 (HUC)
- “Vou embora”
- “Olha adeus e f****”
- “Ah que consideração… Vá amanha eu volto”
- “Oh tita tira-me estas dores, dói tanto… por favor”
29 de Março de 2010: 21h00 (casa)
- “Ela já nos deixou tita”
(eu não só não pude tirá-las como nunca mais pude voltar a vê-la) Agora que um ano passou sinto que não preciso de chorar para saber que sinto a tua falta… sinto sempre, e cada vez se adensa mais. Sinto nos momentos em que estou sozinha, e apenas me lembro das palavras que dizíamos nas nossas (constantes) brincadeiras “anda goza, um dia destes sentes a falta dela”… é incrível como pensava que ias ser eterna… partiste, há um ano, e continuo a sentir-te tanto presente. E de certa forma por isso as lágrimas não rolem tão furiosamente, porque sei que estás presente, sempre, que nunca me deixas sozinha. E sobretudo porque não és esquecida… nunca. Qualquer motivo é bom para recordar os dias em que chegava a cozinha e havia aquele “pronto, acabou-se o sossego”, “então mas tu só sabes comer?”… são estas lembranças que me deixam feliz, porque sei que eras feliz connosco. Desculpa se não consegui dar-te o que me pediste há um ano, mas eu não tinha como o fazer, não dependia de mim já… desculpa Estas e estarás sempre presente *
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