Esqueci-me do quanto eu era feliz, do quanto tu me fazias feliz, do quanto o teu sorriso era essencial, do quanto o teu olhar era tudo…
Esqueci-me do quanto os nossos corpos se fundiam perfeitamente, numa perfeição quase impossível mas tão certa quanto 2+2 serem 4, do quanto os nossos olhares se tocavam tão profundamente la no infinito do nosso ser. Esqueci-me do calor dos teus braços envolverem os meus, de uma forma tão profunda, tão simples mas tão perfeita; esqueci-me do quanto eu ainda preciso desse abraço, dessa sensação de plenitude que só tu me podias fazer sentir. Esqueci-me dos teus beijos, do quão perfeita eu me sentia quando nos transformávamos num só num ritual que ninguém algum dia conseguirá reproduzir de nenhuma maneira. Esqueci-me dos nossos momentos em que ficávamos só em silêncio, a contemplar-nos e a imaginar que íamos ser sempre assim, perfeitos e eternos. Dos nossos sorrisos tímidos, dos abraços suaves, a medo, para não desiludir nem estragar tudo, da escolha tão subtil das palavras, dos “é para sempre meu amor”… e era, sempre foi e sempre será. Fazes parte daquilo que eu fui e moldas aquilo que eu sou, não agora mas com o que foste, com o que partilhaste comigo, com o que cresci, com o que aprendi, com o que sorri, com o que chorei no teu ombro e tu choraste no meu, com tudo o que disse e ouvi.
Esqueci-me de tudo, mas esqueci-me de que eu ainda preciso de tudo aquilo que já esqueci…
Esqueci-me do quanto os nossos corpos se fundiam perfeitamente, numa perfeição quase impossível mas tão certa quanto 2+2 serem 4, do quanto os nossos olhares se tocavam tão profundamente la no infinito do nosso ser. Esqueci-me do calor dos teus braços envolverem os meus, de uma forma tão profunda, tão simples mas tão perfeita; esqueci-me do quanto eu ainda preciso desse abraço, dessa sensação de plenitude que só tu me podias fazer sentir. Esqueci-me dos teus beijos, do quão perfeita eu me sentia quando nos transformávamos num só num ritual que ninguém algum dia conseguirá reproduzir de nenhuma maneira. Esqueci-me dos nossos momentos em que ficávamos só em silêncio, a contemplar-nos e a imaginar que íamos ser sempre assim, perfeitos e eternos. Dos nossos sorrisos tímidos, dos abraços suaves, a medo, para não desiludir nem estragar tudo, da escolha tão subtil das palavras, dos “é para sempre meu amor”… e era, sempre foi e sempre será. Fazes parte daquilo que eu fui e moldas aquilo que eu sou, não agora mas com o que foste, com o que partilhaste comigo, com o que cresci, com o que aprendi, com o que sorri, com o que chorei no teu ombro e tu choraste no meu, com tudo o que disse e ouvi.
Esqueci-me de tudo, mas esqueci-me de que eu ainda preciso de tudo aquilo que já esqueci…
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